terça-feira, 25 de outubro de 2016

Chamem a enfermeira Joy


Justin White, ou se preferir Jublin, é um ilustrador e designer da California. Ela é o responsável por uma série de retratos muito legais de pokémons em recuperação. Sua idéia foi retratar como alguns pokémons ficariam após uma longa batalha, já que no desenho eles nunca se machucam. Ou, como ele mesmo diz, talvez apenas tentar imaginar os pokémons sentindo muita dor. 

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Fantasias nerds para o Halloween


O Halloween está chegando, é o dia de vestir seu moleque com alguma roupa bizarra, sem ser considerado um pai desnaturado, para que ele possa pedir esmola ou assalto nas ruas, o trick or treat do Brasil. Pensando nisso o Matei um Morto selecionou algumas imagens super fofas de fantasias para você se inspirar na hora de vestir o guri.

Curta o Curta: O Zumbi Pinguim

Curta de 2011  contando a triste história de um Zumbi com roupa de Pinguim.

Um curta de: Chris Russel
Música: 'Mara's Lullaby' by Marc Mellits. Performed by Real Quiet

Site: www.zombieinapenguinsuit.com





Inferno (2016)


Sinopse: "Florença, Itália. Robert Langdon (Tom Hanks) desperta em um hospital, com um ferimento na cabeça provocado por um tiro de raspão. Bastante grogue, ele é tratado por Sienna Brooks (Felicity Jones), uma médica que o conheceu quando ainda era criança. Langdon não se lembra de absolutamente nada que lhe aconteceu nas últimas 48 horas, nem mesmo o porquê de estar em Florença. Subitamente, ele é atacado por uma mulher misteriosa e, com a ajuda de Sienna, escapa do local. Ela o leva até sua casa, onde trata de seu ferimento. Lá Langdon percebe que em seu paletó está um frasco lacrado, que apenas pode ser aberto com sua impressão digital. Nele, há um estranho artefato que dá início a uma busca incessante através do universo de Dante Alighieri, autor de "A Divina Comédia", de forma a que possa entender não apenas o que lhe aconteceu, mas também o porquê de ser perseguido."



Alguns breves comentários recheados de spoiler sobre Inferno (2016), o mais novo filme adaptado de uma obra de Dan Brown:

Pontos positivos do filme:

- as alucinações que Langdon tem do inferno foram muito bem produzidas;

- as atuações dos protagonistas ficaram muito boas. Ao longo do filme só conseguia pensar em como quero ver logo a Felicity Jones em Star Wars;

- o filme é uma ótima maneira de descobrir lugares interessantes para passear durantes as férias. Poderiam facilmente alterar o nome do filme para "Langdon e seu city tour na Europa: parte 3";

- espero que de alguma forma este filme tenha inspirado algumas pessoas a lerem "A Divina Comédia" de Dante Alighier, acho que é um dos livros que todo mundo deveria ler antes de morrer.

Pontos negativos do filme:

- Esse filme segue o mesmo velho padrão dos anteriores onde, ao final, descobrimos que na verdade o "bonzinho" é o vilão. Acho que já está mais do que na hora de modificarem essa fórmula, já não surpreende mais;

- além disso, tem aquela manjada cena em que o vilão de terno conta todo o seu plano para o mocinho. O público engole tudo mastigadinho e fica esperando o clímax para que o mundo seja salvo;

- o filme talvez fosse bem melhor se não entregasse tudo de bandeja para os telespectadores. Não precisa explicar todos os planos malignos e soluções de enigmas detalhadamente. Surpreendentemente, muitos dos telespectadores são espertos e conseguem pensar;

- de filmes desse estilo de caçada ao tesouro com mistura de fatos históricos continuo preferindo a "lenda do Tesouro Perdido", com o mito Nicolas Cage;

- Alguns personagens simplesmente desaparatam do longa. Tem um certo personagem que leva uma bofetada na cabeça em um trem e  não volta mais a aparecer. O Ignazio, amigo do Langdon, também se perde no meio do labirinto do roteiro;

- algo que não entendo é porque o super vilão Zobrist não soltou logo o vírus no lugar de criar todo um circo (ou seria uma ópera?).

Considerações finais:

- se você gostou dos filmes anteriores das altas aventuras de Langdon pela Europa provavelmente também vai gostar desse. Caso contrário, recomendo economizar o suado dinheiro do cinema e ficar em casa assistindo a nova temporada de "Black Mirror".

Nota: 2 de 5

sábado, 22 de outubro de 2016

Estômago (2008)


“Estômago” é uma fábula nada infantil sobre o poder, o sexo e a culinária. É co-produzido por Brasil-Itália, e é o primeiro, e já magnífico, longa-metragem do diretor Marco Jorge.

O filme inicia com um monólogo do protagonista sobre a história do queijo gorgonzola. Pouco depois, vemos o protagonista aprendendo a fazer pastel. Aliás, as imagens desta preparação serviram de suporte para os créditos iniciais do filme. E a partir daí os pratos apresentados e descritos, no interior da história, são muitos: xinxim de galinha, macarrão alho e óleo, macarrão à PUTAnesca, risoto à milanesa, peixe ao forno, carpaccio, leitão ao forno, e até uma farofa de formiga (esse garante uma boa risada). Prato importante no contexto da história é uma sobremesa, Anita e Garibaldi, feita de gorgonzola e goiabada, prato que será o pivô da tragédia que se abate sobre o protagonista. Até ai só falei das comidas do filme, a final, o homem é o único animal que cozinha. Isso já bastaria para justificar o tema de um filme como "Estômago". Mas ele é muiiiito mais do que isso.

"Estômago", como o próprio título já sugere, reflete bem a visceralidade da história, a qual conta a ascensão e queda de Raimundo Nonato (interpretado brutalmente bem por João Miguel, que conseguiu equilibrar a personagem entre o ingênuo e o esperto, com uma caracterização cativante, sem nunca cair nos clichês de representação do nordestino simpático) um cozinheiro com dotes muito especiais. Ele é um dos muitos migrantes que partem em direção à cidade grande na esperança de conseguir uma vida que lhe permita, no mesmo dia, almoçar e jantar. Primeiramente, ao chegar lá, sem um sem centavo no bolso e morrendo de fome, ele é praticamente encarcerado pelo dono de um boteco, onde trabalha em troca de comida e moradia, não tendo sequer direito a salário; mais tarde, vai trabalhar - com bem mais dignidade, é verdade - para Giovanni (Carlo Briani) , o dono de um restaurante italiano, cujo caráter brincalhão não esconde, no entanto, o preconceito que o faz referir-se a Nonato às vezes como paraíba, às vezes como cearense, muito embora Nonato afirme, várias vezes, não vir nem de um nem de outro desses lugares. Nonato começa então a descoberta da cozinha italiana, das receitas, dos sabores e, como não poderia deixar de ser, do vinho. A vida dele muda, inicia-se sua afirmação no mundo: uma casa, roupas, relacionamentos sociais e, sobretudo, o amor de uma mulher, a prostituta de apetite insaciável Íria (Fabiula Nascimento), com a qual estabelece uma ancestral relação de sexo em troca de comida.

O talento de Nonato na cozinha também é logo descoberto pelos seus companheiros de cela. Para eles e para seu violento chefe, Bujiú, a chegada do novo companheiro na cela é a salvação pois logo o miserável rancho da cadeia se transforma em pratos exóticos. Nonato, à sua revelia, passa então a ser conhecido como Alecrim, e com esse apelido começa também a sua escalada ao poder.

Durante todo o filme, as duas tramas diferentes, a de Nonato chegando na cidade e a dele na penitenciária, seguem paralelamente. O motivo da prisão é desconhecido e só ganha forma de imagens nas últimas cenas, quando as duas tramas precipitassem juntas em um gran-finale, e se completa o aprendizado de Nonato. Pois, apesar de sua ingenuidade e simplicidade, rapidamente aprende as regras da sociedade dos que devoram ou são devorados. Regras que ele usa a seu favor, porque mesmo os cozinheiros têm direito a comer sua parte - e eles sabem, mais do que ninguém, qual é a parte melhor.

Tiveram três coisas que achei genial nesse filme:

1ª Ele acompanha a trajetória do protagonista em seu aprendizado do sistema, de uma maneira um tanto quanto cruel. Ninguém nota, mas "Estômago" começa na boca do protagonista e acaba em seu traseiro. Assim como o sistema digestivo, que transforma tudo, todas as delícias, em excrementos. Assim, o percurso de Nonato pela sociedade refaz o percurso da comida em nosso corpo.

2ª Ele trabalha com certos estereótipos e brinca com as expectativas criadas a partir dessas caricaturas. "Estômago" foge dos cardápios clichês vigentes sobre os ambientes e os personagens envolvidos. Assim como a comida mostrada no filme é apetitosa mesmo sendo feita em condições higiênicas tremendas, os personagens do filme também tem qualidades e defeitos evidentes. E gostamos deles apesar disso, ou justamente por isso. "Estômago" é politicamente incorreto, um filme que convida o espectador a rir de tudo: do nordestino, do bandido, da prostituta, do sulista dono do boteco, do italiano metido a professor, da exploração dos mais fracos pelos um pouco menos fracos, das frases feitas da gastronomia e da enologia, dos preconceitos que intermedeiam a relação entre as pessoas, e sobretudo, convida o espectador a rir de si mesmo. Acredito que esse tipo de riso, é a forma mais potente de criticar e iluminar a condição humana.

3ª A trilha sonora, que nos faz sentir o sabor de cada cena...


Um fato muito importante a ser destacado sobre "Estômago" é que, apesar de sua aparência fabulosa, se trata de um filme bastante realista, especialmente no que se refere à vida dos protagonistas. A história é completamente inventada, mas poderia ter acontecido.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Os 5 melhores momentos de Seth e Summer

Já que The OC estreou no catálogo da Netflix e está todo mundo revendo este seriado que marcou a vida de boa parte dos jovens dos anos 2000, vamos hoje relembrar os  melhores momentos do melhor casal.

1- Essa cena é do final do episódio 1x19, um dos últimos da 1ª temporada (a melhor de todas vale salientar \o). Esse é o episódio que Seth diz a Summer que acabou o namoro por conta dela, então ocorre a 1ª vez de ambos, e eles acabam por achar mega estranho. Eles decidem ir mais devagar e dançam ao som de "Wonderwall", interpretado por Ryan Adams.


2- Já essa cena faz parte do 2x14. É o episódio que Summer desiste de Zach e vai correndo atrás de Cohen. Chegando lá ela o encontra pendurado por um fio de cabeça pra baixo com a máscara do spider-man. O casal se reconcilia num momento romântico ao som de "Champagne Supernova", novamente interpretada por Ryan Adams, e interpreta um dos beijos mais épicos que já vi em um seriado, através de uma releitura do beijo de Mary Jane e Peter Paker em Spider Man.


3- Não podia deixar de colocar aqui a cena do 1º beijo em público dos dois, quando Summer ta na barraca do beijo e Seth se declara pra ela ^^. Essa cena foi tão marcante que foi meio que revivida em um episódio da 3ª temporada.



4- O casamento no series finale.



5- O primeiro beijo. Ocorre no episódio 1x6 na festa do avô de Seth, ele fala para Summer o quanto está com vergonha dela se humilhando para os caras ricos que só querem olhar para os peitos dela, recita o poema que ela havia escrito quando criança e então ela emocionada o beija.





Top 10: momentos marcantes de The O.C.


Com a estreia das 4 temporadas de The OC no catálogo da Netflix, vamos relembrar os 10 melhores momentos de uma das melhores séries teens de todos os tempos.

As ilustrações "infantis" de Sebastien Millon


Sebastien Millon é um ilustrador famoso por seus desenhos de ursos alcoólatras, coelhos assassinos, dinossauros domésticos, crianças, e outras criaturas bizarras. Ele consegue mesclar bem humor negro com um traçado infantil. Confira mais trabalhos dele após o jump.

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Doze Homens e Uma Sentença (Angry Men)


Caso: homicídio
Acusado: jovem de 18 anos filho da vítima
Local do crime: apartamento da vítima
Arma do crime: faca
Testemunhas: um velho manco que morava no andar de baixo e uma senhora super vaidosa que morava no prédio da frente

Mais do que um filme, “Doze Homens e Uma Sentença” (Angry Men) é um verdadeiro estudo do comportamento humano em grupo. Através de doze homens trancafiados em uma sala para decidir o destino de um garoto de 18 anos – culpado ou inocente? – somos confrontados com doze personalidades e valores totalmente diferentes. Homens esses, que a primeira vista são estereotipados, com seus paletós e cigarros, mas que, conforme o longa se desenrola vão ficando cada vez mais distintos, mostrando quem realmente são.

Os cartazes de Ken Taylor


Ken Taylor é um ilustrador e designer Australiano queridinho das bandas de rock. Ele começou em Perth Western fazendo cartazes e capas de álbuns de bandas locais e a partir dai dominou o mundo o coração dos rockstars. Tendo como clientes bandas já consagradas como Metallica, Pearl Jam, Nine Inch Nails e Bob Dylan. Ganhou o Desktop Create Award de melhor ilustração em 2007 e 2009. Hoje em dia ele também dedica seu tempo a produzir cartazes de filmes. Com lindos trabalhos ricos em detalhes e com palhetas de cores reduzidas.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Curta o Curta: A maior flor do mundo (2007)

Após um tempo de férias, voltemos com a tag curta o curta com "A Maior Flor do Mundo" (2007), curta baseado no livro infantil de mesmo nome do escritor José Saramago. E nada melhor do que trazer algumas palavras escritas por ele para apresentar-lhes esse curta:

"Aí pelos começos dos anos 70, quando eu ainda não passava de um escritor principiante, um editor de Lisboa teve a insólita ideia de me pedir que escrevesse um conto para crianças. Não estava eu nada certo de poder desobrigar-me dignamente da encomenda, por isso, além da história de uma flor que estava a morrer à míngua de uma gota de água, fui-me curando em saúde pondo o narrador a desculpar-se por não saber escrever histórias para a gente miúda, a quem, por outro lado, diplomaticamente, convidava a reescrever com as suas próprias palavras a história que eu lhes contava. O filho pequeno de uma amiga minha, a quem tive o desplante de oferecer o livrinho, confirmou sem piedade a minha suspeita: “Realmente”, disse à mãe, “ele não sabe escrever histórias para crianças”. Aguentei o golpe e tentei não pensar mais naquela frustrada tentativa de vir a reunir-me com os irmãos Grimm no paraíso dos contos infantis. Passou o tempo, escrevi outros livros que tiveram melhor sorte, e um dia recebo uma chamada telefónica do meu editor Zeferino Coelho a comunicar-me que estava a pensar em reeditar o meu conto para crianças. Disse-lhe que devia haver um engano, porque eu nunca tinha escrito nada para crianças. Quer dizer, havia esquecido totalmente o infausto acontecimento. Mas, há que dizê-lo, foi assim que começou a segunda vida de “A maior flor do mundo”, agora com a bênção das extraordinárias colagens que João Caetano fez para a nova edição e que contribuíram de maneira definitiva para o seu êxito. Milhares de novas histórias (milhares, sim, não exagero) foram escritas nas escolas primárias de Portugal, Espanha e meio mundo, milhares de versões em que milhares de crianças demonstraram a sua capacidade criadora, não só como pequenos narradores, também como incipientes ilustradores. Afinal, o filho da minha amiga não tivera razão, o conto, de transparente simplicidade, havia encontrado os seus leitores. Mas as coisas não ficaram por aqui. Há alguns anos, Juan Pablo Etcheverry e Chelo Loureiro, que vivem na Galiza e trabalham em cinema, procuraram-me com o objectivo de fazer da “Flor” uma animação em plasticina, para a qual Emilio Aragón já tinha composto uma bela música. Pareceu-me interessante a ideia, dei-lhes a autorização que pediam e, passado o tempo necessário, inútil dizer que depois de muitos sacrifícios e dificuldades, o filme foi estreado. Eu próprio apareço nele, de chapéu e bastante favorecido na idade. São quinze minutos da melhor animação, que o público tem aplaudido em salas e festivais de cinema, como foram, no passado recente, os casos de Japão e Alasca. Como foi igualmente o prémio que acaba de lhe ser atribuído no Festival de Cinema Ecológico de Tenerife, felizmente ressurgido de uma paragem forçada de alguns anos. Chelo veio a nossa casa, trouxe-nos o prémio, uma escultura representando uma planta que parece querer ascender até ao sol e que, muito provavelmente, irá continuar a sua existência na Casa dos Bicos, em Lisboa, para mostrar como neste mundo tudo está ligado a tudo, sonho, criação, obra. É o que nos vale, o trabalho."


Harry Potter: 8 filmes, 8 imagens

Faltando 1 mês para a estréia de Animais Fantásticos e Onde Habitam (estreia no Brasil: 17/11/16), relembre as altas aventuras de Harry Potter e sua turminha da pesada nessas imagens ilustradas por Lucy knisley.

Harry Potter e a Pedra Filosofal

quinta-feira, 21 de julho de 2016

10 Curiosidades sobre Stranger Things


Stranger Things estreou a pouco tempo na Netflix e rapidamente tornou-se um fenômeno, está geral comentando e elogiando. E não é por menos, a série apesar de todas as referências consegue ser encantadoramente original. Já cativou um espacinho no coração negro dessa que vos escreve e de muitos outros criados a leite com Toddy assistindo sessão da tarde. A 2ª temporada já foi confirmada e até lá ficaremos órfãos, para tirar um pouco da ansiedade, segue abaixo algumas curiosidades sobre Stranger Things.

Ps.: recomendo ler só quem já assistiu toda a série.

 1º O Toothless tem dentes na "vida real", ok, na verdade é uma  chapa.

Instagram: @gatenm123 (melhor instagram, ele se grava fazendo dancinhas toscas XD )


Aparentemente o Brasil é o país em que a série está sendo mais bem sucedida. Vários atores da série postaram homenagens ao Brasil em seus perfis do instagram. Pelo visto anos de Sessão da Tarde influenciaram para este fenômeno.


Instagram: @therealcalebmclaughlin (Lucas)


Instagram: @noahschnapp (Will)

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Exorcistas do Vaticano (2015)


Exorcistas do Vaticano (Vatican Tapes - 2015) é aquele clichezão de filmes de exorcismo/ terror. Tem algumas filmagens de câmeras de segurança, elevador, hospital e o enredo manjado da menina inocente que é possuída pelo demônio e aos poucos as pessoas próximas vão  percebendo que ela está possuída, e não doente, e aquele bla bla todo.
Spoilers daqui em diante!!! Tá avisado!!!
Além disso, o roteiro é super confuso, eu não entendi muito bem o objetivo do capeta. Ele se mostra pra os padres exorcistas pra no final pagar de profeta fasiane curando as pessoas, bem estilo Igreja Universal. Porque desde o início ele não pagou de falso profeta?? Dai ninguém iria saber que ele é o anticristo e não teria ganho um arqui-inimigo (o Vaticano) pra tentar acabar com os planos maléficos dele em um provável 2º filme.
Um outro ponto, é que o exorcismo foi feito com a maior má vontade do mundo, o exorcista devia tá com diarreia ou atrasado pra missa das 5h, só pode. Porque ele ficou lá tipo uns 3 min tentando exorcizar a menina pra logo depois ir atrás de uma faca pra matá-la dizendo que não tinha mais jeito. Enquanto poucos minutos antes ele disse que o exorcismo dele de quando era criança durou 1 semana.
Já em outros momentos, eu não sabia se a mina tava possuída ou se tornando uma super Saiyajin Deus. Juro que teve uma cena que vi um Ki ao redor dela. Em outra ela saia das chamas divando no maior estilo filme de ação com gostosas.
Em momento algum da pra dar um pulinho da cadeira de susto e agarrar o boy magia que está ao lado. É um filme de terror pelos motivos errados, se é que me entendem.
Obs.: Toda vez que eu via o padre aprendiz de exorcista (Michael Peña) eu lembrava dele no Homem Formiga (2015) e tinha vontade de rir.
Pra vocês quem é o anticristo da vida real?? Silas Malafaia, Madona? façam suas sugestões nos comentários.
Confiram o trailer do filme clicando AQUI.
Leiam também: como produzir um filme de exorcismo clicando AQUI.

Nota: 3 / 10

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Inception


Alguns comentários soltos sobre "A Origem" (Inception - 2010), só porque ultimamente ando meio preguiçosa pra escrever textos lonnnngos que ninguém vai ler.

Sobre o roteiro:
- "A Origem" é um filme genial?? Sim. É um filme polêmico?? Também. É original?? absolutamente não. Essa história de viajar através dos sonhos, sonho dentro de sonho, confusões sobre o que é real..., isso é mais antigo que meu all star todo rasgado. Olha essa tirinha bem legal do Calvin que retrata esse tema:



- senti falta de mais surrealismo. Meus sonhos não são tão bonitinhos e "reais" como os do filme, neles existem dinossauros e porcos voadores...
- esse filme tem um dos clímax mais tensos que já tive a oportunidade de assistir, a cada segundo que o caminhão caia na água parecia que eu também estava lá e ficava mais penetrada nos sonhos

Sobre os atores:
- eu gostei da Marion Cotillard desde que assisti "Piaf", e com "A origem" esse sentimento aumentou (isso ta muito gay, vou parar -.-"). Mas falando sério, ela consegue transmitir uma emoção através do olhar que não é pra qualquer atorzinho de "Malhação"....
- falando nela...., que baita azar o Leozinho tem com esposas em?? Tem a louca que matou os filhos no também excelente "Ilha do Medo", a perturbada Mal. 

Sobre o poster do filme:
- os designers bem que podiam ser mais criativos em?? Qualquer semelhança não é mera coincidência. Parece que todos os cartazes dos filmes do Nolan é um copia e cola. Fiz um cartaz desse filme bem mais legal (ou não) do que o original .



Sobre o diretor:
- eu gosto do Cristopher Nolan, acho ele um diretor extremamente correto, que procura sempre seguir uma mesma linha estética, tanto que as vezes até parece que ele tem medo de fugir  do  universo escuro e azul...

Resumindo tudo: (pra quem teve preguiça de ler o restante do texto)
"A origem" é um daqueles filmes que merecem ser vistos n vezes, e que em todas às vezes que a pessoa assiste chega a uma nova conclusão. Eu mesma já vi 3 vezes, e em cada uma tive interpretações diferentes sobre algumas coisas do filme.

Nota: 9,5 de 10 

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Salt ou a arte de salvar o mundo sem calcinha


Algumas pequenas considerações do filme "Salt":

- é um "missão impossível" dos tempos atuais com uma mulher Angelina Jolie S2 como protagonista

- ela passa o filme inteiro sem calcinha. É sério....

- se bem que ainda acho que todo agente da CIA é treinado pra usar 2 calcinhas para casos de emergência...

- eu sei que é impossível deixar a Jolie feia, mas não tinha gostado dela loira em "Uma vida em 7 dias", e dessa vez cheguei a conclusão: eu decididamente não gosto dela  com cabelo amarelo.

- o filme é quase um "Transformes" de tanto merchan , temos:  pepsi,  heineken,...

- ela salva o mundo de uma 3ª guerra mundial SOZINHA (e como já disse, sem calcinha), seria a 001?? =P

- o filme é repleto de cenas clássicas de filmes de ação, como, por exemplo, perseguição de moto, pessoas pulando de um caminhão a outro, a mocinha se jogando de uma ponte e ter um caminhão por sorte passando na hora, o mocinho que na verdade é bandido..., enfim, eu AMO MUITO TUDO ISSO quando bem feito, como no caso de "Salt"...

- SPOILER...... desde o inicio desconfiei que ela ia usar o veneno da aranha pra fazer o presidente se fingir de morto.

- o marido da Jolie no filme tem uma cara gigante de mané.

- a parada da galerinha usando máscara é MUITO "Missão Impossível".

- a Jolie como Salt me lembrou muito a personagem que ela interpretou em "O procurado".

- no final de tudo o que importa é que é um filme bem divertido e que, pode acreditar, apesar de todo o cansaço que eu estava quando assisti, não deixa a pessoa dormir diante de tantas reviravoltas.

Super recomendo pra quem deseja assistir um bom filme de ação!!

Nota: 8 / 10

terça-feira, 7 de julho de 2015

Curta o Curta: Mad Max Renegade

O curta de hoje é feito por um fã (curta não oficial), mas mesmo assim muito bom.
O curta se situa entre o 1º e 2º filme do Mad Max, e segue a estética do 1º filme.

Algumas curiosidades interessantes sobre esse curta:
 - o ator que fez o Max nesse curta, o Liam Fountain, chegou a fazer teste para interpretar o Max do novo filme, o "Mad Max: Estrada da Fúria".
- o diretor desse curta também tem como sobrenome Miller, no entanto não possui nenhum parentesco com o George Miller.
- o carro do curta é um Ford Falcon, o mesmo utilizado pelo Max nos filmes.
- o curta tem a mesma placa de contagem de mortes na estrada do 1º filme.


Achei muito boa a ideia desse outdoor na estrada.

sábado, 4 de julho de 2015

O Exterminador do Futuro e suas linhas temporais


Dizem que toda ação gera uma reação, onde, por exemplo, o simples bater de asas de uma borboleta pode provocar um furacão do outro lado do mundo. Se uma simples borboleta pode provocar esse efeito, imaginem o que uma viajem no tempo pode causar. 
A franquia do Exterminador do Futuro trabalha com a lógica das linhas de tempo alternativas, onde o passado/ futuro não pode ser mudado, ou seja, toda vez que alguém volta para o passado surge uma nova linha do tempo paralela a linha do tempo original (está continua intacta). Esse fenômeno é conhecido como Paradoxo Temporal, vamos perguntar ao sábio Wikipedia do que se trata:

"quando um viajante do tempo vai para o passado, sua presença perturbadora, na maioria das vezes, gera resultados logicamente impossíveis.
Um clássico exemplo é o paradoxo da causa e efeito: se o viajante altera algum evento passado com o objetivo de mudar o futuro, assim que o fizesse deixaria de existir o motivo original e consequentemente a própria viagem. O motivo da viagem é a sua causa, se ele desaparecer, a viagem, que é seu efeito, também desaparece. Os autores de ficção buscam resolver os paradoxos admitindo a coexistência de universos paralelos possibilitando que as alterações nos fatos passados possam gerar futuros alternativos." (Wikipedia)

Por exemplo, sua viagem no tempo provocou a ação da borboleta bater as asas, mas a reação do furacão vai ser vista em um outro futuro, e não aquele no qual você entrou na máquina do tempo. Vamos a um exemplo mais didático, imagine que você é mandado para o passado, mata seu próprio avô, desta forma, como você continua existindo? No futuro dessa linha temporal você nunca irá existir, mas seu avô da outra linha do tempo continua a existir, dessa forma, o seu eu que viajou para o passado também.

Vamos agora tentar entender a partir dessa lógica as diversas linhas temporais do Exterminador do Futuro, filme por filme.


1º Filme: O Exterminador do Futuro (1984)

Quem volta para o passado?
Qual a missão?
Kyle Reese
Proteger Sarah Connor
Exterminador T-800
Matar Sarah Connor

Enredo: Logo no início do filme é informado que o Juízo Final aconteceu em 1997. A resistência, liderada por John Connor, está prestas a ganhar a guerra contra as máquinas, o ano é 2029. Para evitar a vitória dos humanos, como última cartada, as máquinas enviam um Exterminador para que o John nunca venha a nascer, querem matar o mal pela raiz.

Curiosidade: Nesse filme tem um diálogo bem interessante onde a Sarah pergunta para o Kyle se ele é do futuro, ao que ele responde que é de um futuro possível.

Consequências: um braço e um chip do Exterminador T-800 é deixado como vestígio, onde passa a ser usado em pesquisas.
Kyle morre, mas antes disso acasala com a Sarah, que dá origem ao John Connor. Ou seja, se não tivesse ocorrido a viagem no tempo o John nunca teria nascido e a Skynet nunca seria criada, desta forma, esta ao se criar também criou seu principal rival ( estaríamos diante de um loop? ).

Com isso passa-se a existir a 1ª linha do temporal:


2º Filme: O Exterminador do Futuro 2: o julgamento final (1991)


Quem volta para o passado?
Qual a missão?
Exterminador T-800
Proteger John Connor
Exterminador T-1000
Exterminar John Connor

Enredo: em 1995, ocorre mais uma tentativa da Skynet de exterminar o John Connor, agora com 12  (ou 11?? Ou 10??) anos de idade. Em contrapartida, a resistência envia um modelo T-800, capturado e reprogramado para proteger John. Ao desenrolar do filme descobre-se que o chip e um braço do T-800 do 1º filme estão com a Cyberdyne, que está usando como base para criar a Skynet.

Curiosidade: a máquina do tempo foi usada um ano após a 1ª tentativa. No 1º filme foi em 2029, já no 2º em 2030. É possível saber disso por um diálogo presente entre o T-800 e o John mirin:
"Quem enviou você?"
"Foi você 35 anos no futuro"

Outros diálogos interessantes:
"É da natureza do homem se destruir" (T-800). Ele quer dizer com isso que não importa protelar o Julgamento Final, pois mais cedo ou mais tarde ele vai acontecer?? 

"Não há futuro se não o fizer. Não há futuro se não aquele que construímos." (Connor, Sarah) Já para Sarah nosso destino é incerto.

Consequências: John, Sarah e o Exterminador T-800 explodem a Cyberdyne, o que acaba por adiar o ano do Julgamento Final para 2004. Se não tivesse acontecido, o julgamento final ocorreria em 1997, como pode-se observar na 1ª linha temporal.

Linha temporal: 

3º filme: Exterminador do Futuro 3: a rebelião das máquinas (2003)

Quem volta para o passado?
Qual a missão?
Exterminador T-850
Proteger John Connor
Exterminador T-X
Exterminar os líderes da resistência, inclusive John Connor

Enredo: anos após a destruição da Cyberdyne, John Connor vive à margem da sociedade aguardando o apocalipse, que não veio em 1997. Em 2004, Sarah Connor está morta devido a leucemia e a inteligência artificial da empresa Skynet está prestes a entrar em operação. Na tentativa de eliminar John e outros tenentes da Resistência a Skynet envia de 2032 para 2004 um novo modelo de Exterminador, o T-X. Para proteger o John a Resistência envia um T-850 reprogramado.

Observação: para mim esse é o filme mais fraco dos 5 já feitos.

Consequências: apesar de tentar, John não consegue evitar um novo Dia do Julgamento Final, que acontece após o Departamento de Defesa dos EUA acionar a Skynet, em 2004. Desta forma, a 3ª linha temporal criada acaba por ser muito semelhante a 2ª.

Linha Temporal:





4º filme: Exterminador do Futuro: a salvação (2009)

Quem volta para o passado? ninguém. É o único filme da franquia sem viagens no tempo.

Enredo: o filme se passa no ano de 2018. "Nele John Connor encontra Kyle Reese pela 1ª vez. Além disso, é neste ano que a liderança da Resistência é morta pela Skynet, abrindo espaço para que John se torne o líder deles. Ao mesmo tempo, a mesma Skynet avança com seus experimentos para combinar a fisiologia humana com as máquinas. Wright surge como o primeiro ciborgue criado para se infiltrar na Resistência enquanto acredita que ainda é humano. Ao mesmo tempo, o primeiro T-800 é ativado."

Curiosidade: no filme existe o personagem Marcus Wright, que é metade homem metade máquina. No ano de 2003 ele foi sentenciado a pena de morte, desta forma, faz um acordo doando seu corpo para que a Cyberdyne faça pesquisas após a execução. Em algum momento do mesmo ano, o exército dos EUA encampa o programa de desenvolvimento da Cyberdyne, assumindo a Skynet.
No ano de 2004 nasce Kyle Reese.

Consequências: John se torna o líder da Resistência. O T-800 é criado. John ganha a famosa cicatriz no rosto.

Linha Temporal: é a mesma do 3º filme


Obs.: daqui pra semana que vem eu atualizo esse post com a linha temporal do 5º filme, o Gênesis.

quarta-feira, 1 de julho de 2015

O Nevoeiro



Assisti "The Mist" há muito tempo atrás no cinema. Achei tosco, bizarro, mal feito e sai falando super mal, desconfio que tava de TPM esse dia. Fui totalmente ingrata com esse filme, já revi diversas vezes (é...., eu tenho essa mania de ficar revendo filme, é legal, às vezes mudo minha opinião, as vezes passo a gostar mais, reparo os detalhes....) e, atualmente, acho simplesmente genial.

"As pessoas são boas, decentes. Meu Deus, somos uma sociedade civilizada" diz a mocinha.

"Claro. Contanto que as máquinas funcionem e o 190 atenda. Tire isso, deixe todo mundo no escuro e assustado e as regras se vão. As pessoas vão recorrer a quem quer que ofereça uma solução. Somos fundalmentamente insanos como espécie. Coloque gente suficiente num quarto e é só uma questão de tempo até cada metade começar a imaginar maneiras de matar a outra", respondem os pessimistas (ou seriam realistas?).

Munido desse roteiro ácido e politizado, de sua autoria, Frank Darabont adapta pela 4ª vez uma obra do mestre Stephen King.

Ele trabalha num nível além da lógica do susto, que move o gênero e que nem sempre funciona. "O Nevoeiro" não é exatamente uma obra de terror. Há monstros, há perigos, há medo, mas não é o horror que dá o tom central do filme. O orçamento barato - o filme não parece ter vergonha disso - garantiu efeitos visuais de segundo escalão (esse foi um dos motivos que me fez desgostar da 1ª vez), mas mesmo que estejamos diante de um filme de ficção científica ou de terror, não é o visual o que mais importa. O Nevoeiro é um daqueles estudos do comportamento humano num ambiente de desespero. Para o escritor, o mais assustador que o homem pode encontrar pela frente é o espelho. É nele que vemos monstros de verdade.

Quando uma névoa misteriosa deixa preso um grupo de pessoas dentro de um supermercado, estamos diante da civilização em reverso, elas podem tornar-se tão perigosos quanto os monstros que estão fora. Stephen King nos amedronta mesmo é com uma volta a barbárie. Ele aposta no desespero como consequência do nosso medo do desconhecido, que transforma o homem numa aberração. Onde apontar inimigos a sua volta parece a única coisa que resta quando o que importa é sobreviver. Cada uma das pessoas trancadas naquele espaço tem que aprender a se portar diante da perda do controle diante da situação: é aí que surgem a política, a organização social e a religião – e, então, aparecem os papéis. É uma verdadeira aula de sociologia. E Daranbont filma essa confusão exemplarmente, com movimentos de câmera inteligentes, aproveitando ao máximo o cenário mega limitado. Ele dosa super bem o suspense e o drama. A ação e o horror existem, mas é o desespero da expectativa que torna "O Nevoeiro" um excelente filme. Em uma das cenas por exemplo, o destino do motoqueiro é contado pela tensão no cordão que o grupo tenta puxar de volta, é tudo pura sugestão.

Em tempos de fúria, o oráculo interpretado por Marcia Gay Harden, talvez no momento mais alto de sua carreira, ganha um destaque inevitável. Mas Thomas Jane (o Justiceiro :P), um ator limitado, dá uma credibilidade inesperada a seu herói comum. Em torno deles tem um grupo de coadjuvantes eficientes. Daranbont sabe explorar os personagens com calma, dando espaço para os atores dimensionarem seus papéis e nos entregarem belas interpretações.

"O Nevoeiro" é um dos poucos filmes que sabem usar o material original como plataforma para um salto maior, e não apenas uma mera adaptação como tem de bolo por aí ultimamente. A cena final (sem spoilers eu sei) coroa este projeto com coragem e uma desenvoltura impressionante.

Algumas informações retiradas do excelente: filmes do chico.

Nota: 10 de 10

terça-feira, 23 de junho de 2015

A ciência por trás de Jurassic World

O site Vocativ realizou uma entrevista com Daniel Barta, paleontólogo do American Museum of Natural History, para descobrir a ciência por trás do filme Jurassic World (2015). 

Imagem: Mosasaur

Na entrevista ele esclarece diversas dúvidas pra quem assistiu ao filme, como, por exemplo, o que diabos é um Mosasaur?  Digo logo que segundo ele não é um dinossauro.

Imagem: WTF salto alto agulha

Ele fala ainda que os estudos recentes mostram que os dinossauros carnívoros são bem mais lentos do que os retratados no filme, então fiquem felizes sedentários como eu, nos conseguiríamos correr de um T-Rex \o/ (talvez não de salto alto agulha).

A entrevista completa é bem legal e você pode ler aqui: Vocativ.

Obs.: Se eu tiver com paciência amanhã traduzo o texto pra vocês.